O Yeah Yeah Yeahs lançou nesta semana um novo álbum ao vivo, Hidden in Pieces Live at the Royal Albert Hall, acompanhado de um filme-concerto. O registro documenta a apresentação da banda em 2025 na casa londrina, primeira vez que o trio se apresentou no local, durante a turnê Hidden in Pieces. Na ocasião, faixas raras e clássicos reimaginados ganharam arranjos com violões, cordas e piano.
O álbum ao vivo traz 13 faixas e já está disponível digitalmente desde esta terça-feira, 1 de setembro, via Secretly Canadian. A edição física, com lançamento previsto para 23 de outubro, vai incluir as mesmas 13 faixas somadas a gravações bônus de shows realizados nos Estados Unidos, entre elas registros de San Diego, do Beacon Theatre, do Chicago Theatre, do Teatro Metrópolitan e do Sonic Ranch, que chegam ao streaming na mesma data.
Em comunicado, Karen O contou que o disco nasceu da vontade de se reconectar com a banda e com o público em 2025, “depois da eleição”. Segundo a vocalista, o grupo nunca escolheu exatamente quando voltar aos palcos, muitas vezes é o momento que decide por eles, e foi na apresentação no Royal Albert Hall que essa conexão se consolidou. Ela descreveu as apresentações da pequena turnê como extraordinariamente vulneráveis.
Paralelamente, a banda lançou Hidden in Pieces, um filme de 22 minutos gravado no Orpheum Theatre, em Los Angeles, no encerramento da turnê de 25 anos de carreira do grupo. Dirigido pelo premiado cineasta Barnaby Clay, o filme já está disponível no Criterion Channel e também será exibido em sessões especiais nos Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, México e Japão, sempre acompanhado de um segundo filme escolhido pela própria banda. Para quem estiver em algum desses lugares, os ingressos para as sessões entram à venda em 3 de setembro.
Entre as sessões confirmadas estão exibições duplas em Londres (com “A Noite do Caçador”), Melbourne e Sydney (com “Cidade dos Sonhos”), Nova York (com “Asas do Desejo”) e Los Angeles (com “Eraserhead”), além de datas exclusivas na Cidade do México e em Tóquio.
Karen O também comentou o resultado do trabalho de Clay, dizendo que o diretor conseguiu capturar a experiência da apresentação ao vivo de uma forma que coloca o espectador dentro do momento junto com a banda.
