O The Struts não é o tipo de banda mais que faz parte do mainstream hoje. Não só pelo som, que se afasta muito do que tem sido popular, mas também pela audácia visual que a banda faz questão de desfilar.

O som que fazem é um rock muito influenciado pelo glam, o que pede um figurino apropriado para as apresentações. Capas e chapéus são indispensáveis para o Struts. Os membros colaboram com diversos estilistas para criarem o visual perfeito.

O pequeno público que se aglomerou para receber os ingleses era formado por fãs que cantavam todas as músicas. Essa foi a primeira vez da banda no Brasil, como lembrou Luke Spiller. O vocalista, que daria um Freddie Mercury muito melhor do que Rami Malek, tem um carisma absurdo. As músicas são animadas e empolgantes e revivem uma ótima época do rock britânico.

Não é à toa que o Struts já abriu para os Rolling Stones. Eles são um amálgama de todas os grandes nomes do rock como Queen, Bowie, The Vaccines, Aerosmith e outros. E ainda sobre espaço para um estilo próprio que faz todo mundo dançar e acompanhar toda a agitação do vocalista.

Mesmo fazendo um show para poucas pessoas, o Struts mostrou como inovar com boas referências. É uma banda que completa 10 anos em 2019 e deve trilhar um caminho ainda maior.

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